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Política

Pente Fino completa 25 anos com 3.154 colunas publicadas

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A primeira coluna Pente Fino foi publicada em 21 de março de 2001
Por Rodrigo Finardi
Foto IA

 

Março de 2001. Uma manhã chuvosa na redação do Jornal A Voz da Serra, na Avenida Maurício Cardoso no centro de Erechim. Época em que a internet dava os primeiros passos, não existia smartphones e as máquinas fotográficas eram de filme, começando a surgir as digitais. Numa reunião de pauta, estava eu, o jornalista Salus Loch (que fazia Publicidade e Propagada na UPF), Gleison Olivo (que fazia Jornalismo na UPF, e depois migrou para Publicidade e Propaganda) e Janiquele Dalla Vechia (diagramadora). E a pauta era a criação de colunas políticas para acompanhar o dia a dia de Erechim e região.

Como surgiu o nome

Naquele dia surgiram duas colunas. A do jornalista Salus Loch, chamada Olhos de Águia, e a coluna Pente Fino, assinada por mim. Mas antes de ter o nome definitivo, de Pente Fino, a ideia inicial era para se chamar Malha Fina. Foi quando Gleison Olivo, já com sua veia publicitária sugeriu o nome Pente Fino. No qual prontamente aceite, pois achava bem melhor que o nome que eu tinha criado.


A primeira coluna

E no dia 21 de março de 2001, foi publicada a primeira coluna Pente Fino, no Jornal A Voz da Serra. Os primeiros destaques foram o ex-secretário de Administração, Douglas Santin, do então prefeito Luiz Schmidt; o presidente do PDT da época, Alencart Loch; o ex-vereador Abrão Martins e o ex-prefeito Eloi Zanella, falando sobre o Proeti.

Quatro jornais diferentes

De lá para cá, em 25 anos, a coluna Pente Fino, foi publicada em quatro jornais: A Voz da Serra, Voz Regional, Jornal Boa Vista e há quase nove anos (1º de julho de 2017), passou a ser diária no Jornal Bom Dia. Hoje circula a edição de nº 3.154 da Coluna Pente Fino, de forma ininterrupta (foram 1.168 em outros jornais e 1.986 no Jornal Bom Dia).

O respeito com as pessoas

Ao longo desses 25 anos de Pente Fino, aprendi, acima de tudo, a respeitar cada pessoa que faz parte dessa caminhada. Nem sempre quem está de fora compreende a nossa rotina. Muitos imaginam que tudo seja simples, que as coisas já venham prontas. Mas a verdade é que o dia a dia exige, consome, desafia e, muitas vezes, nos leva ao limite. São jornadas longas, que frequentemente ultrapassam as 12 horas. Chego em casa cansado, por vezes exausto, mas sempre com o coração cheio de gratidão. Porque, apesar do desgaste, existe uma satisfação imensa em olhar para trás e perceber que mais um dia foi cumprido com dedicação, seriedade e propósito. A todos que acompanharam, apoiaram, confiaram e fizeram parte dessa trajetória, muito obrigado.

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