Demoras de infância ainda
me seguem.
Licenças de castelos
sugestionaram minha alvorada.
Ouço a função
do navio
na árvore que é
me chamar.
Não fico longe
da cadeira de balanço
que a fábula tem.
Meu sorriso
faz nina-neném
no medo
do escuro.
O brinquedo que se quebrou
me encontra inocente
abraçado a mim mesmo.
Minha voz aprende
de um bem-te-vi
a melodia que
não acaba mais.
E o meu tchau
fica rindo
no portão.