Entendam. Eu quebrei
o meu espelho.
Não sou a extensão da propaganda.
Estou com uma tesoura para o cartão de crédito.
Às ofertas em 12 vezes, mostro a língua.
Sou do vento, integralmente.
A surpresa da montanha é o meu povoado.
Ao meu rosto solar, ainda
cismo
o silêncio do universo
não ter respondido
a minha escuridão de dentro.
Tenho o dom de dizer
bobagens
de criança imune a universidade.
Estou sempre
para chegar mais perto de mim.
Mas lá fora, um outro
texto ainda não foi lido.
Entendam. Sobre o último
mouse
deixei escrito: - Não é por aí...
As curvas das estradas
acenam
para o culto dos instantes.