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Região

De Lajeado Grande a Souto Neto, Linha 7

Os primeiros moradores vieram de Guaporé, Bento Gonçalves, Encantado, Boa Vista e outras cidades, e chegaram no local, aproximadamente, em 1910

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Ponte sobre o Rio Jupirangava
Por Ígor Dalla Rosa Müller
Foto Divulgação

A história do município de Ponte Preta iniciou aproximadamente em 1910, tendo como nome Lajeado Grande. Passados os anos, viu-se a necessidade de ligar Lajeado Grande a outras localidades como Souto Neto, Linha 7, entre outras, pela construção de uma ponte sobre o Rio Jupirangava. A ponte foi construída com o apoio de todas as pessoas da comunidade. Em pouco tempo a obra foi concluída, sendo feita com uma suspensão aérea, totalmente de madeira. Para dar conservação, foi pintada com um líquido preto, conhecido naquela época como alcatrão, hoje, como piche, dando origem ao nome Ponte Preta, embora o nome oficial fosse Ponte 3 de Outubro.

Os primeiros moradores vieram de Guaporé, Bento Gonçalves, Encantado, Boa Vista e outras cidades, e chegaram no local, aproximadamente, em 1910, encontrando ali mata fechada. A maioria das espécies de árvores era de araucária, cedro, angico e entre outras variedades nativas. O município também se caracteriza pela sua condição de colônia em que predomina os descendentes de italianos, e em menor proporção, alemães e poloneses.

Emancipação

A emancipação ocorreu em 20 de março de 1992 pela Lei nº. 9.537/92 assinada pelo governador Alceu Collares.

População         

A população estimada em 2020 é de 1.524 pessoas, com uma densidade demográfica (2010) de 17,52 hab/km².

Trabalho e rendimento

Segundo o IBGE, em 2018, o salário médio mensal era de 2.4 salários mínimos. A proporção de pessoas ocupadas em relação à população total era de 19.7%. Considerando domicílios com rendimentos mensais de até meio salário mínimo por pessoa, tinha 23.3% da população nessas condições, o que o colocava na posição 394 de 497 dentre as cidades do estado e na posição 5395 de 5570 dentre as cidades do Brasil. 

Educação           

A taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade (2010) foi de 100%. Não tem informações sobre o IDEB – anos iniciais do ensino fundamental (Rede pública). O IDEB – anos finais do ensino fundamental (Rede pública), dados de 2017, foi de 5,3. Matrículas no ensino fundamental (2018): 141 matrículas. Matrículas no ensino médio (2018): 40 matrículas. Docentes no ensino fundamental (2018): 18 docentes. Docentes no ensino médio (2018): 9 docentes. Número de estabelecimentos de ensino fundamental (2018): 2 escolas. Número de estabelecimentos de ensino médio (2018): 1 escolas.

Economia           

O PIB per capita em 2017 era de RS 29.046,22. O percentual das receitas oriundas de fontes externas em 2015 foi de 90,2%. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) (2010) foi de 0,725 o que situa o município na faixa de Desenvolvimento Humano Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799). A dimensão que mais contribui para o IDHM do município é Longevidade, com índice de 0,874, seguida de Renda, com índice de 0,727, e de Educação, com índice de 0,600. 

O total de receitas realizadas em 2017 foi de R$ 13.275,17 (×1000) e o total de despesas empenhadas em 2017 foi de R$ 12.621,98 (×1000).

Saúde  

Segundo o IBGE, não tem informações sobre a mortalidade Infantil, o número de óbitos por mil nascidos vivos nem internações por diarreia. Há no município dois estabelecimentos de Saúde SUS, dados de 2009.

Território e ambiente

Conforme o IBGE, o município apresenta 42.4% de domicílios com esgotamento sanitário adequado, 92.9% de domicílios urbanos em vias públicas com arborização e 17.2% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização adequada (presença de bueiro, calçada, pavimentação e meio-fio). O bioma é de mata atlântica e pampa.

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